Como você pode Vencer o Medo de Não Estar Presente

A preocupação que poucos veem, mas muitos carregam

Quem cuida de uma criança com desenvolvimento atípico, especialmente no contexto do TEA, sabe:

Não é só o agora que preocupa.
É o depois.
É o futuro.
É o “E se eu faltar?”

Essa angústia silenciosa acompanha muitos pais e mães.
Às vezes, é abafada pela rotina.
Outras vezes, aparece forte ao fim do dia, em forma de medo ou choro escondido.

O que está por trás dessa angústia com o futuro?

  • O medo da autonomia nunca chegar
  • A dúvida se alguém cuidará com o mesmo carinho
  • A sobrecarga de não poder “adoecer” nunca
  • A culpa por pensar em si
  • A insegurança com os serviços de saúde ou apoio disponíveis

É comum que mães e pais relatem esse tipo de sentimento:

“Tenho medo de não estar mais aqui e ninguém entender os sinais que meu filho dá. Só eu sei decifrar seus olhares e sons. Só eu consigo acalmá-lo nos momentos de crise.”

Esses pensamentos não são exageros. São expressões legítimas de amor, vínculo e responsabilidade.

É normal ter medo. Mas é possível não viver refém dele.

É natural se preocupar com o futuro.
Mas viver constantemente sob essa tensão pode adoecer o presente.

O medo precisa ser ouvido, mas também organizado e cuidado.

O que pode ajudar?

  1. Buscar rede de apoio (familiar, comunitária, profissional).
  2. Registrar informações: rotinas, medicações, preferências , tudo o que facilite o cuidado futuro.
  3. Planejamento legal e financeiro: pensões, tutelas, orientações jurídicas (com ajuda especializada).
  4. Cuidar da sua saúde mental: para não colapsar emocionalmente.
  5. Apostar em estimulação e autonomia hoje, mesmo que sejam pequenos passos.

Não se trata de controlar o futuro.
Mas de construir segurança no presente, em você e ao redor da criança.

A importância de conversar sobre isso

O medo paralisa quando é vivido sozinho.
Muitos casais evitam falar sobre isso para “não piorar”.
Mas o silêncio aumenta a ansiedade.

Muitas mães compartilham que só começaram a se sentir mais calmas depois que conversaram com o parceiro, com a terapeuta, com alguém da família.
Nem sempre a conversa traz uma solução imediata, mas tira o peso de carregar tudo sozinha.

Falar é o primeiro passo para transformar o medo em ação.

Como a Terapia Pode Ajudar Famílias e Casais

Como terapeuta, acredito que o suporte emocional e prático é essencial para famílias que enfrentam os desafios de criar um filho com necessidades especiais. Meus serviços de orientação parental, terapia de casal e terapia familiar são projetados para:

  • Fortalecer a conexão familiar: Ajudo famílias a criarem estratégias para lidar com desafios diários e planejar o futuro com confiança.
  • Apoiar casais: A terapia de casal ajuda a alinhar expectativas e fortalecer a parceria, essencial para enfrentar as demandas do cuidado com um filho.
  • Promover o bem-estar: A orientação parental oferece ferramentas práticas para reduzir o estresse e aumentar a confiança dos pais.

Transforme Preocupações em Ação

Planejar o futuro dos cuidados de saúde do seu filho pode parecer desafiador, mas com as estratégias certas e o suporte adequado, é possível transformar receios em confiança. Como terapeuta, estou comprometida em ajudar famílias e casais a encontrarem equilíbrio e segurança nesse processo. Entre em contato para saber mais sobre meus serviços de orientação parental, terapia de casal ou terapia familiar.

Vamos conversar?


A terapia pode ser o espaço seguro para lidar com essas angústias, reorganizar seus recursos e fortalecer o presente, enquanto o futuro é construído com mais clareza.

Terapia familiar • Casal • Orientação parental

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Eu sou Priscila

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